quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Série Construtores do Brasil




A Série Construtores do Brasil traz a biografia de 25 personalidades que tiveram papel predominante na formação política, histórica e geográfica do País. A seleção foi feita pelo presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo - que submeteu a lista de homenageados a historiadores.
São vídeos de cinco minutos de duração sobre os personagens. A série, depois, será reunida em um único programa, a ser distribuído nas escolas de todo o País.
Há personagens conhecidos e outros nem tanto, a começar pelo índio Ajuricaba, chefe da tribo dos manaus, no rio Amazonas, que no século XVIII lutou contra a ocupação portuguesa. Ou Plácido de Castro, gaúcho que liderou seringueiros no Norte do País e, com isso, foi um dos principais responsáveis pela anexação ao Brasil do atual estado do Acre.
Ajuricaba não é o único líder indígena na série. Tibiriçá, um dos fundadores de São Paulo, e Filipe Camarão, herói da luta contra os holandeses, também são homenageados.
Os heróis de lutas contra dominadores ou colonizadores têm papel de destaque. Além de Ajuricaba, Plácido de Castro e Filipe Camarão, são biografados Zumbi dos Palmares, Tiradentes, Anita Garibaldi, Frei Caneca, Henrique Dias e Maria Quitéria, além de políticos, militares e estadistas como o barão do Rio Branco, o almirante Tamandaré, o Duque de Caxias, Bento Gonçalves, José Bonifácio de Andrade e Silva, Luís Carlos Prestes e o bandeirante Raposo Tavares.
O bandeirante é um dos representantes dos personagens que ajudaram o Brasil a ter a formação geográfica atual - um dos critérios de escolha dos homenageados. Padre Manuel da Nóbrega e o navegador Pedro Álvares Cabral também entram nessa categoria.
Quatro ex-presidentes da República (Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek), um imperador (Dom Pedro I) e uma regente (a princesa Isabel) são os dirigentes do País que constam da lista.
Aldo Rebelo admite que não espera unanimidade em relação às escolhas, mas defende a seleção: "Há desde unanimidades nacionais a figuras controversas. Não chegam a três dezenas, mas poderiam passar dos milhares. Se nem todos obtiveram unanimidade positiva no julgamento realizado pelas novas gerações, convém ponderar que os homens de Estado não podem ser avaliados por um filtro único", explicou.

Fonte : TV Câmara Brasil

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